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Blog do Toni Rodrigues


IRREGULARIDADE

Servidores descobrem fraude

na contabilidade da prefeitura de Altos

 

A prefeitura de Altos recebeu em abril a importância de R$ 3,8 milhões em repasses do governo federal. Os valores são decorrentes do Fundo de Participação do Município e do Fundeb – Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica. O montante é 70% maior que o repassado em março, da ordem de R$ 1,2 milhão.

Apesar do desempenho positivo das receitas do município, o prefeito José Batista Fonseca estava se recusando em atualizar os salários do funcionalismo, corrigidos pelo piso nacional do Fundo, e também em repassar aos salários o aumento do valor por aluno instituído pelo Fundeb. O chefe do Executivo municipal quer continuar pagando com base no piso anterior.

Os salários dos professores agora são baseados no valor-aluno e no piso nacional, que ainda falta ser votado pelo Congresso. Acreditam os professores que os valores podem variar entre R$ 850 e R$ 1,2 mil.

Os servidores do município de Altos, indignados com a postura do prefeito, decidiram investigar a contabilidade municipal e os valores gastos com funcionários e assessores. Descobriram uma série de irregularidades, como gratificações especiais duplicadas, vigilantes pagos com valores destinados aos professores e cheques com altos valores e sem destinação especificada.

O prefeito estava alegando impossibilidade financeira, mas a investigação dos servidores descaracterizou completamente a sua argumentação. O controlador-geral do município, Carvalho Neto, disse em reunião com os professores que eles haviam iniciado uma auditoria na prefeitura e que o procedimento teria continuidade.



Escrito por Toni Rodrigues às 08h03
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PRESENÇA DA MÁFIA

DONIZETTI ADALTO E HÉLDER FEITOSA:

A marca da impunidade

 

No próximo dia 28 de julho faz 20 anos do assassinato do jornalista Hélder Feitosa, proprietário do extinto jornal "O Estado". O fato foi lembrado pelo jornalista Carlos Said em artigo especialmente escrito para o jornal "Meio Norte". Said lamenta a impunidade dos mentores e executores do crime, haja visto que nenhum foi levado a julgamento e todos se encontram em liberdade.

O ministério Público denunciou como mandante a viúva Teresinha Belchior Cavalcante e como executores os pistoleiros Raimundo Nonato Vaz de Araújo (Compadre Napoleão), Francisco Soares Lima (Chico Garimpeiro), João Canuto Fernandes e o soldado José Caldas dos Santos. Onze anos depois, em 1998, o juiz Orlando Martins Pinheiro impronunciou os acusados.

A mãe da vítima, dona Hilza Feitosa Cavalcante, apresentou recurso à instância superior, mas o caso permanece sem solução até os dias atuais. A prescrição ocorre no ano que vem, quando a impunidade dos autores será sacramentada para sempre.

 

SEM SOLUÇÃO

O crime de Hélder Feitosa não é o único que permanece sem solução em nosso Estado. Razão pela qual estaremos sempre levantando algum caso polêmico e cuja prescrição esteja próxima. Isso evidencia a flagrante contradição dos nossos meios legais, sendo que o Brasil possui o melhor e mais amplo conjunto de leis do mundo, mas não consegue botar os seus assassinos na cadeia.

Outro exemplo de impunidade vem a ser o caso do jornalista Donizetti Adalto dos Santos. O jornalista foi executado em 19 de setembro de 1998, na véspera da campanha eleitoral em que era dada como certa sua eleição para a Câmara Federal. Polêmico e combativo, Donizetti denunciou vários esquemas de corrupção existentes no estado, que ele chamava muito apropriadamente de máfia.

De acordo com o inquérito policial e posterior denúncia do Ministério Público, o jornalista foi morto a mando do advogado e então vereador Djalma da Costa e Silva Filho e executado pelo estudante universitário Sérgio Silva e pelo policial militar Francisco Evangelista dos Santos (Pezão). Apenas Sérgio e Pezão estão presos. Djalma Filho não apenas está em liberdade como é notório professor do curso de direito da Universidade Federal do Piauí e habitual frequentador de missas nas igrejas do Amparo e São Benedito.



Escrito por Toni Rodrigues às 07h31
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